Comitê Popular e Solidário do Sisal se reúne para encaminhar ações de enfrentamento ao COVID 19

65

Na última quarta-feira (13) o Comitê Popular e Solidário do Território do Sisal realizou reunião virtual com o objetivo de detalhar o papel e atuação do Comitê e para traçar novos encaminhamentos. Estiveram presentes a diretoria do CODES SISAL/CODETER e representantes da Fundação APAEB, Arco Sertão, MOC, FATRES, CONSISAL, CET, CAR, SEPLAN, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Retirolândia, FETRAF Bahia, Câmara de Vereadores de Retirolândia, Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Santaluz, Organização Mandacaru Dignidade e Resistência no Sertão, Fórum EJA Sisal e membros do Comitê Estadual.

Inicialmente foi realizada a apresentação do objetivo e da pauta da reunião pela diretora do Colegiado, Eleneide Alves. Em seguida os representantes do Comitê Estadual, Valmir Santos, Marcelo Rocha e Ubiramar Bispo falaram da importância de articulação dos Comitês Municipais; do papel e funcionamento das Redes Estadual e Territoriais de Educomunicação; além de enfatizarem o papel fiscalizador e colaborador dos Consórcios Públicos e Colegiados Territoriais no enfrentamento a pandemia.

A partir dos diálogos, o Comitê Territorial traçou alguns encaminhamentos. Entre eles, o fomento a constituição ou fortalecimentos dos Comitês Municipais, que deverão levantar demandas, propor soluções ao poder público local e acompanhar ações de combate ao COVID -19.  Ubiramar Bispo frisou que foram liberados recursos federais para municípios, destinados ao combate do novo Coronavírus, mas é necessário que as prefeituras enviem projeto de lei para câmaras de vereadores pedindo autorização para utilização do recurso, uma vez que não está previsto na LDO e funcionará como orçamento paralelo. “Acompanhar o uso desses recursos é dever dos comitês”, finalizou Bispo.

Também foram direcionados encaminhamentos no sentido de fazer o levantamento do número de municípios que já tem Comitê Gestor Operativo e Plano de Providência de Combate ao Coronavírus, enviar relação de representantes dos Comitês e endereços dos locais de arrecadação de doações e averiguar a situação do Consórcio de Saúde no Território.

“Relatamos a realidade de cada município e a gente percebe que os governos sozinhos não conseguirão dar conta de tudo. Por isso é importante este compromisso de criar ou fortalecer os Comitês e formamos uma rede local de solidariedade”, destacou Virgínia Araújo, gestora de projetos da Fundação APAEB que esteve na reunião representando a entidade.